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Técnicas de Vendas - 01/05/2018

O renascimento da loja física de varejo – por P&A

Desde que o comércio eletrônico se consolidou e o consumidor passou a utilizar diferentes canais para comprar um produto, o futuro das lojas físicas parecia incerto. Estudos apontavam que as gôndolas perderiam espaço e as lojas se transformariam meramente em showrooms. Mas a previsão não se confirmou. A loja física se reinventou, ganhou força e agora aparece como uma das maiores apostas do setor varejista. O novo direcionamento vai de encontro às exigências do cliente. Um estudo realizado, recentemente, apontou que 78% dos consumidores preferem comprar em lojas físicas e 82% das vendas no varejo são captadas pelo comércio tradicional. Uma quantidade enorme de pessoas pesquisa  on-line os preços, mas isso não quer dizer, necessariamente, que o negócio é fechado no mundo eletrônico. As especialistas explicam que o consumidor gosta de estar no comando e o lojista precisa se desdobrar para encantar o cliente em um ambiente que estimule a criatividade e desperta sensações.

Vejamos a situação das lojas de piscinas no Brasil.

No seu cadastro nacional, construído ao longo dos seis anos da sua existência, cruzando cadastros de fabricantes tradicionais, atualizados, diariamente, através de redes sociais e telemarketing, a revista Piscina & Afins detectou mais de 10.000 pontos de venda de produtos para piscinas no Brasil. Com destaque para as quase 3.000 lojas, exclusivamente voltadas para piscinas e seus produtos correlatos. O restante é composto por lojas de materiais para construção, aquecimento, distribuidores, lojas virtuais, tratamento de água, agropecuária e bazares, onde pode ser encontrado algum produto relacionado com piscinas.

Destas 3.000 lojas cadastradas, especificamente voltadas ao mercado de piscinas, um pouco mais da metade detectamos ser ativo nas redes sociais, se bem que encontramos na maioria das suas comunicações com o mercado, muitas informações desencontradas ou desatualizadas, apenas funcionando como ´´chamariz´´ para  o consumidor visitar a loja. Neste quesito nossa indústria nacional de piscinas também não fica muito atrás, salvando raras exceções. Até compreensível num mundo eletrônico complexo e de difícil entendimento da absoluta maioria dos seus usuários.

Ficou claro que é importante atuar eletronicamente, mas de forma correta e responsável, porém, fortemente acoplado a um ponto de venda ( loja ) arrumado e organizado. Principalmente, porque uma piscina continua sendo um sonho acoplado a um certo status social. Tese que este consumidor procura reforçar na sua loja através de uma orientação técnica honesta e um atendimento a altura do bem que procure adquirir. De encontro com as maravilhas que uma bela piscina pode proporcionar.

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